Agora temos uma escola de SwáSthya Yôga em Balneário Camboriú. Muito sucesso aos amigos instrutores Animeire e Rodrigo Vivas. Veja o site: www.yogabalneariocamboriu.com.br
Agora temos uma escola de SwáSthya Yôga em Balneário Camboriú. Muito sucesso aos amigos instrutores Animeire e Rodrigo Vivas. Veja o site: www.yogabalneariocamboriu.com.br
Mensalmente teremos o evento Cultura e Gastronomia na nossa escola. Este foi o primeiro.
No gourmet eu e o aluno Edson preparamos deliciosos sushis (de tomate seco, pepino, manga, morango, cream cheese, goiabada, azeitonas pretas, em inúmeras combinações). O aluno Wagner preparou o Bifum, um macarrão de arroz com legumes e molho.
Depois fizemos Sat Sanga (mantra e histórias), treinamento de ásanas, aprofundamento da matéria com testes mensais e Yôga Cine.
Confira algumas fotos.






Neste final de semana dos dias 29 e 30 tivemos a presença do prof. DeRose em Curitiba. Ele ministrou cursos, conversou com alunos, participou da festa de reinauguração da Unidade Cabral, jantou com instrutores, deu entrevista… e como ele mesmo falou, foi um Mini-Festival do Método DeRose!
Os instrutores do Método DeRose de Curitiba (alguns de SP e até de Portugal) foram jantar com DeRose no Café e Restaurante Quintana. Fomos recepcionados pela nossa aluna, chef e uma das sócias do restaurante, Gabriela Carvalho. Foi tudo maravilhoso!
Confira as fotos da entrevista para a RPC sobre chai e cultura indiana, feita na minha escola, Unidade Batel; e as fotos do jantar.





Esta entrevista de 1 hora, foi gravada na Europa pelo jornalista António Mateus. Uma conversa sobre a Cultura extremamente interessante proposta pelo Método DeRose. Se quiser ver a transcrição desta entrevista, acesse: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/
O chá indiano, cheio de especiarias, é uma boa alternativa para se aquecer nos dias frios
Publicado em 09/08/2009 | Fernando Rudnick, especial para a Gazeta do Povo.
Você está na Índia e decide visitar uma loja, seja na capital Nova Déli, na cosmopolita Bombaim ou até mesmo em um vilarejo no interior do país. Depois de ficar alguns minutos observando um determinado produto, é possível que o dono do comércio lhe ofereça uma xícara de chai, o tradicional chá indiano. Se você não conhece a cultura local, provavelmente aceitará a cortesia. Mas o inocente ato de prová-lo tem um significado muito além do óbvio. De monstra o comprometimento com a compra, algo semelhante a um aperto de mão no Brasil. “Se alguém prova a bebida e depois desiste de comprar, está quebrando uma importante tradição. Não chega a ser uma ofensa, mas o vendedor passa a entender aquela venda como uma questão de honra. Muitas vezes seguem os clientes nas ruas tentando convencê-los a comprar”, explica o educador e escritor DeRose, fundador da universidade de Yôga, e estudioso da cultura indiana.
O masala chai (chá com especiarias) está fortemente enraizado na cultura e na história da Índia. Se no Brasil nove em cada dez pessoas bebem café diariamente, na terra de Gandhi é o chá que tem esse papel. Quem assiste a novela Caminho das Índias, da Rede Globo, deve ter percebido a fixação pela bebida. “Os indianos tomam o chai a toda hora, em todos os lugares. Pode ser em um hotel cinco estrelas, em casa ou até mesmo na rua. É altamente popular”, conta DeRose. E essa popularidade tem motivos fáceis de se entender. “É uma bebida que alimenta, esquenta e estimula, além de ser muito barata. Um copo de chai custa apenas R$ 0,20.”
A receita original do chai utiliza folhas de uma planta local de mesmo nome, responsável pela origem do termo português chá. Existem mais de três mil variações de blend, a mistura de especiarias que dá sabor único à bebida. Cada região e cada casta usa ingredientes diferentes, mas o gengibre, a canela e o cardamomo são os mais comuns. Outra característica do chá indiano, talvez pela colonização inglesa, é a presença do leite. “A influência inglesa é uma possibilidade, mas acredito que essa tradição seja mais antiga. Até mesmo pelo fato de a vaca ser sagrada na Índia e o leite e seus derivados serem muito consumidos”, diz.
“Certa vez, em uma de minhas viagens, pedi um chai sem leite. O garçom do hotel relutou, mas trouxe. Quando tomei, percebi o porquê da insistência dele para eu não pedir. Estava horrível”, conta DeRose.
A fama do chá indiano também está ligada aos benefícios à saúde. “O verdadeiro chai traz vitalidade e acelera as sinapses neurológicas. Ou seja, deixa a pessoa com os reflexos mais aguçados. Uma lenda diz que nos primeiros cinco minutos de infusão o chai libera os deuses. De pois disso, os demônios”, revela. Portanto, se você quiser apreciar os sabores indianos e se aquecer neste inverno, pode preparar um chai na sua casa. Existem lojas especializadas que vendem diversos blends já prontos. Basta escolher o que mais lhe agrada e conhecer o sabor dos deuses indianos.
Ingredientes
- 1/2 litro de água
- 1/2 litro de leite
- 5 sementes de cardamomo
- 2 unidades de canela em pau
- 6 colheres de sopa de açúcar
- 3 colheres de sopa de chá preto
- Meio copo de gengibre ralado
Preparo
Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o leite o açúcar e ferva novamente. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de três minutos, nunca mais do que cinco. Depois, é só coar.
Vejo as pessoas, os telejornais, todos, paralisados num único assunto: a gripe A. Pois digo, nada de paranóia! Temos que tomar alguns cuidados sim, mas sem enlouquecer. Veja o que o Marco Carvalho fala sobre isso!
Eu vi uma mulher no shopping, gripada, nariz vermelho e olhos miúdos. Sabe o que ela fez? Passou a mão no nariz, daquele jeito de baixo para cima, e imediatamente colocou a mão no corrimão da escada rolante (eca!). Certa vez uma pessoa disse para mim “nunca coloque a mão no corrimão”!
Pois é, nada de ficar pegando em lugares públicos sem necessidade, o álcool 70 é legal sim, procure alimentar-se e dormir bem. E ainda as técnicas do SwáSthya Yôga aumentam a imunidade. Principalmente mantras (vocalização de sons e utrassons) e kriyás (atividade de limpeza). Este último engloba o massageamento abdominal, limpeza dos glóbos oculares e limpeza das vias respiratórias.
É preciso cuidado, mas sem perder a lucidez!
Finais de semana bem legais com aulas de SwáSthya (Método DeRose) ao ar livre em Curitiba. Estamos no Paque Barigui sábados às 11h (em frente à Casa Amarela) e na Praça da Espanha às 15h. Confira a programação na Praça da Espanha, clique.
Veja também o blog das aulas no parque, que são ministradas pelo instr. Driano e pela instra. Evelyne.

Para quem quer uma profissão realizadora, que tem mercado, bem remunerada, cheia de desafios, que permite viajar o mundo inteiro e travar contato com pessoas maravihosas, o método DeRose oferece sua formação profissional. Para quem tem interesse, a formação divide-se em dois blocos. o 1° é o módulo filosófico, o 2° é o módulo profissional (excelência técnica em ser um instrutor).
Eu sou formada desde 2003 pela Universidade de Yôga e PUC-PR, sou muito feliz com o que faço. Ensino, aprendo e evoluo todos os dias. Mais informações, pode me perguntar ou CLIQUE e consulte a escola mais perto de você!
Na quarta dia 29 teve o Sat Chakra de início e fechamento dos módulos filosófico e profissional, na Unidade Cabral, que reuniu instrutores e alunos das 6 escolas de Curitiba. Confira:
Foto: Instr. Diego Borba
DeRose estará em Curitiba no próximo final de semana para participar do 2º Encontro Internacional de Instrutores do Método DeRose e fará o lançamento do seu novo livro Viagem à Índia dos Yôgis. A noite de autógrafos será durante a festa de Reinauguração da Unidade Champagnat, na sexta 24, às 21h. Rua Angelo Sampaio 2384.
Estarei lá!
Nos dias 24, 25 e 26 deste mês eu participarei do 2º Encontro Internacional de Instrutores do Método DeRose.
Um evento em Curitiba com a presença do prof. DeRose, instrutores e professores do mundo inteiro, com a finalidade de aprimoramento técnico, atualização e intercâmbio de idéias.
Confira nota clicando aqui: imprensa